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SXFive-TACTIS

A microssonda eletrônica que coloca ao alcance de suas mãos o mundo da EPMA
Desde seu pioneirismo com a Microanálise por Sonda Eletrônica (EPMA) na década de 1950, a CAMECA tem lançado várias gerações de microssondas, todas com comprovado histórico operacional de desempenho e confiabilidade analítica. A nova SXFive-TACTIS amplia esse legado, fornecendo ainda melhores imagens e desempenho de análise quantitativa em um ambiente fácil de usar.
  • Resumo do Produto +


    Interface dupla para iniciantes e especialistas, ideal para instalações multiusuários
    A interface dupla da SXFive-TACTIS foi projetada especificamente para permitir que instalações multiusuárias tirem máximo proveito de uma única ferramenta. No modo iniciante, a configuração e a operação do instrumento, bem como o processamento básico de imagens e dados são possíveis graças a uma intuitiva interface de tela sensível ao toque. No modo especialista, usuários experientes têm à disposição uma completa variedade de parâmetros de ferramenta e opções de software.

    Imagens de BSE aprimoradas, especialmente em baixa tensão
    A SXFive-TACTIS possui um detector de BSE adicional, o que resulta em imagens de qualidade superior, especialmente em tensão ultra baixa (resolução espacial de 15 nm ou melhor a 5 kV). Esse novo detector de BSE de baixa kV permitirá que você identifique mais rápida e precisamente a área de interesse na amostra, aproveitando assim ao máximo o desempenho robusto de FE-EPMA da ferramenta, e conseguindo uma melhor detecção de oligoelementos.

    Hipermapeamento de EDS integrado
    A SXFive-TACTIS possui um módulo de hipermapeamento por Espectrometria por Dispersão de Energia (EDS), o que torna o processamento de dados e as análises mais rápidos e fáceis. Com o novo módulo EDS HyperMap, você pode coletar o espectro de EDS completo para cada pixel e, simultaneamente, extrair resultados quantitativos.

    EPMA ao alcance de suas mãos...
    Com sua inovadora interface de tela sensível ao toque e muitos outros recursos de uso fácil para melhoria da produtividade, a SXFive-TACTIS coloca a ferramenta EPMA à sua disposição sem comprometer a sensibilidade, resolução ou desempenho analítico.
    • O recurso “X Live” permite a aquisição em tempo real de imagens de raios-X por WDS e EDS através de um simples clique, produzindo uma visão geral rápida, mas significativa, da composição do espécime tanto no modo compósito como sobreposto.
    • Controle remoto integral, incluindo imagens de SEM, permite a execução de experimentos a partir de um smartphone, tablet ou computador remoto.
    • O ShuttleXpress, um novo e ergonômico controlador, possibilita um fluxo de trabalho confortável e eficiente.
    • Ajuda on-line reformulada e abrangente para acesso fácil e suporte contínuo durante a configuração da ferramenta e análises.

    Similar à SXFive/SXFiveFE, a SXFive-TACTIS está disponível em duas configurações: a versátil fonte W/LaB6 ou a fonte FE.
  • Veja o que o SXFive-TACTIS pode fazer +

  • Documentação +

  • Publicações Científicas +


    Abaixo encontra-se uma seleção de publicações científicas por usuários do CAMECA EPMA:
    Click on your field of interest:
    - Intrumentation
    - Trace elements
    - Small areas
    - Mineralogy / Geology
    - Geochronology
    - Quantification
    - Light elements / Soft X-rays
    - Biology / Life sciences
    - Nuclear sciences

    Instrumentation

    Quantitative Analysis and High Resolution X-ray Mapping with a Field Emission Electron Microprobe. C. Hombourger, M. Outrequin. Microscopy Today, Volume 21, Number 3, pp 10-15, May 2013

    Renewal of the shielded Electron Probe Microanalyser (EPMA) in the CEA LECA-STAR hot laboratory: safety and technical improvements.
    J. Lamontagne, T. Blay, P. Navarra. Poster presentation at Hotlab conference, Dimitrovgrad, Russia, 2010

    Cathodoluminescence imaging and titanium thermometry in metamorphic quartz. F. S. Spear, D. A. Wark, J. metamorphic Geol., 27, pp 187-205, (2009)

    Constructing ternary phase diagrams directly from EPMA compositional maps. D.R. Snoeyenbos, D. A. Wark, J. C. Zhao, Microscopy and Microanalysis 14 (Suppl. 2), pp 1276-1277 (2008)
    > Download abstract

    Imaging of cathodoluminescence zoning in calcite by scanning electron microscopy and hyper-spectral mapping. M. Lee, R.W. Martin, C. Trager-Cowan and P.R. Edwards, Journal of Sedimentary Research 75, pp 313-322 (2005)

    An expert system for EPMA. Cecile Fournier, Claude Merlet, Pierre F. Staub, Olivier Dugne. Mikrochim. Acta 132, pp 531-539 (2000)

    Spectral decomposition of wavelength dispersive X-ray spectra: implications for quantitative analysis in the electron probe microanalyser. G. Rémond, J. L. Campbell, R. H. Packwood, and M. Fialin, Scanning Microscopy Supplement, 7, pp 89–132 (1993)

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    Trace elements

    Determination of Nb, Ta, Zr and Hf in micro-phases at low concentrations by EPMA. F. Kalfoun, C. Merlet, and D. Ionov, Mikrochimica Acta, 139, pp 83–91 (2002) 
     
    Advances in electron microprobe trace-element analysis. B. W. Robinson and J. Graham, Journal of Computer-Assisted Microscopy, vol. 43, p. 263–265 (1992)

    Electron microprobe determination of minor and trace transition elements in silicate minerals: a method and its application to mineral zoning in the peridotite nodule PHN 1611. C. Merlet and J. L. Bodinier, Chemical Geology, 83, pp 55–69 (1990)

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    Small areas

    High spatial resolution electron probe microanalysis of tephras and melt inclusions without beam-induced chemical modification. C. Hayward, The Holocene, published online 8 August 2011  

    Identification by EPMA of submicron borides in joints of nickel base superalloys. C. Pascal, C. Merlet, R. M. Marin-Ayral, J. C. Tédenac, and B. Boyer, Mikrochimica Acta vol. 145, Numbers 1-4, pp 147–151 (2004)

    Submicrometer phase chemical composition analysis with an electron probe microanalyser. F. C. Y. Wang, X-Ray Spectrometry, 23, pp 203–207 (1994)  

    Scanning electron microscopy techniques in the study of atmospheric aerosol particles. J. C. Seymour, R. N. Guillemette, and N. W. Tindale, Proceedings of the 28th Annual MAS Meeting, Ed. J.J. Friel, New Orleans, LA, pp 65–66 (1994)

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    Mineralogy/Geology

    New evidence for Palaeoproterozoic High Grade Metamorphism in the Trivandrum Block, Southern India. Harley S.L. and Nandakumar V. Precambrian Resaerch 280 (2016), Pages 120-138

    Accessory Mineral Behaviour in Granulite Migmatites: a Case Study from the Kerala Khondalite Belt, India. Harley S.L. and Nandakumar V (2014), Journal of Petrology, Volume 55, Issue 10, Pages 1965-2002. DOI: 10.1093/petrology/egu047

    Opaque minerals, magnetic properties, and paleomagnetism of the Tissint Martian meteorite. Jérôme Gattacceca, Roger H. Hewins, Jean-Pierre Lorand, Pierre Rochette, France Lagroix, Cécile Cournède, Minoru Uehara, Sylvain Pont, Violaine Sautter, Rosa. B. Scorzelli, Chrystel Hombourger, Pablo Munayco, Brigitte Zanda, Hasnaa Chennaoui, Ludovic Ferrière. Meteoritics & Planetary Science 1-18 (2013)
    http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/maps.12172/full

    Anomalous sulphur isotopes in plume lavas reveal deep mantle storage of Archaean crust. Rita A. Cabral, Matthew G. Jackson, Estelle F. Rose-Koga, Kenneth T. Koga, Martin J. Whitehouse, Michael A. Antonelli, James Farquhar, James M. D. Day, Erik H. Hauri. NATURE 496, 490-493 (25 April 2013)
    http://www.nature.com/nature/journal/v496/n7446/full/nature12020.html

    How continuous and precise is the record of P–T paths? Insights from combined thermobarometry and thermodynamic modelling into subduction dynamics (Schistes Lustrés, W. Alps).
    A. Plunder, P. Agard, B. Dubacq, C. Chopin, M. Bellanger. Journal of Metamorphic Geology (April 2012), v.30, issue 3, p. 323-346, DOI: 10.1111/j.1525-1314.2011.00969.x

    Evaporation and recondensation of sodium in Semarkona Type II chondrules.
    Roger H. Hewins, Brigitte Zanda, Claire Bendersky. Geochimica et Cosmochimica Acta, Volume 78, 1 February 2012, Pages 1-17, ISSN 0016-7037, 10.1016/j.gca.2011.11.027.
    http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0016703711007022

    Subduction interface processes recorded by eclogite-facies shear zones (Monviso, W Alps). S. Angiboust, P. Agard, H. Raimbourg, P. Yamato, B. Huet, Lithos, Volume 127, Issues 1–2, November 2011, Pages 222–238

    Minerals of Britain and Ireland.
    Tindle, A.G. Terra Publishing, Hemel Hempstead, Hertfordshire. 624 pp. (2008)

    Gold mineralization within the Witwatersrand Basin, Sout Africa: evidence for a modified placer origin, and the role of the Vredefort impact event. C. L. Hayward, W. U. Reimold, R. L. Gibson & L. J. Robb. Geological Society, London, Special Publications v. 248; p. 31-58; DOI: 10.1144/GSL.SP.2005.248.01.02 (2005)

    Liddicoatite and associated species from the Mc Combe spodumene-subtype rare-element granitic pegmatite, Northwestern Ontario, Canada. Tindle, A.G., Selway, J.B. and Breaks, F.W., Can. Mineral. 43, 769-793 (2005)

    Tourmaline in petalite-subtype granitic pegmatites: evidence of fractionation and contamination from the Pakeagama Lake and Separation Lake areas of NW Ontario, Canada. Tindle, A.G., Breaks, F.W. and Selway, J.B. Can. Mineral. 40, 753-788 (2002)

    Columbite-tantalite mineral chemistry from rare-element granitic pegmatites: Separation Lake area, N.W. Ontario, Canada. Tindle, A.G. and Breaks, F.W., Mineralogy & Petrology 70, 165-198 (2000)

    Tantalum mineralogy of rare-element granitic pegmatites from the Separation Lake area, NW Ontario, Canada. Tindle, A.G. and Breaks, F.W. Ontario Geological Survey, Open File Report 6022, 378pp (2000)

    A Reappraisal of the Pressure-Temperature Path of Granulites from the Kerala Khondalite Belt, Southern India. V. Nandakumar and Simon Leigh Harley. The Journal of Geology 108(6):687-703 · November 2000

    Oxide minerals of the Separation Rapids Rare-Element Granitic Pegmatite Group, northwestern Ontario. Tindle, A.G. and Breaks, F.W., Can. Mineral. 36, 609-635 (1998)

    Wodginite-group minerals from the Separation Rapids Rare-Element Granitic Pegmatite Group, northwestern Ontario. Tindle, A.G., Breaks, F.W. and Webb, P.C., Can. Mineral. 36, 637-658. (1998)

    • Fe2+ and Fe3+

    Accurate determination of ferric iron in garnets. Ryan J. Quinn, John W. Valley, F. Zeb Page, John H. Fournelle, American Mineralogist, Volume 101, pages 1704–1707. (2016)

    Aluminum and iron behavior in glasses from destabilized spinels: A record of fluid/melt-mineral interaction in mantle xenoliths from Massif Central, France. Michel Fialin, Christiane Wagner, American Mineralogist, Volume 100, pages 1411–1423. (2015)

    Determination of Fe3+/Fe using the electron microprobe: A calibration for amphiboles. William M. Lamb, Renald Guillemette, Robert K. Popp, Steven J. Fritz, Gregory J. Chmiel, American Mineralogist, Volume 97, pages 951–961. (2012)

    Iron speciation using electron microprobe techniques: application to glassy melt pockets within a spinel lherzolite xenolith. Michel Fialin, Christiane Wagner, M.-L. Pascal, Mineralogical Magazine, April 2011, Vol. 75(2), pp. 347–362. (2011)

    Quantitative electron microprobe analysis of Fe3+/ΣFe: Basic concepts and experimental protocol for glasses. Michel Fialin, Antoine Bézos, Christiane Wagner, Veronique Magnien, Eric Humler, American Mineralogist, Volume 89, pages 654–662. (2004)

    Quantification of Fe2+/Fe3+ by Electron Microprobe Analysis – New Developments. H. E. Höfer, Hyperfine Interactions 144/145: 239–248. (2002) 

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    Geochronology

    Electron Microprobe Petrochronology. Williams, M.L., Jercinovic, M.J., Mahan, K.H., and Dumond, G. (2017) Reviews in Mineralogy and Geochemistry 83; 153-182.

    Contributions of U-Th-Pb dating on the diagenesis and sediment sources of the lower group (BI) of the Mbuji-Mayi Supergroup (Democratic Republic of Congo). C. François et al. Precambrian Research 298 (2017) 202–219

    The Shallow Plumbing System of Piton de la Fournaise Volcano (La Re¤union Island, Indian Ocean) Revealed by the Major 2007 Caldera-Forming Eruption.
    A. Di Muro et al. Journal of Petrology, Volume 55, Issue 7, 1 July 2014, Pages 1287–1315, https://doi.org/10.1093/petrology/egu025

    Limitations of chemical dating of monazite. Frank S. Spear, Joseph M. Pyle, Daiele Cherniak, Chemical Geology 266, pp 227-239 (2009) 

    Dating metamorphic reactions and fluid flow: application to exhumation of high-P granulites in a crustal-scale shear zone, western Canadian Shield. Mahan KH, Goncalves P, Williams ML, Jercinovic MJ (2006) Journal of Metamorphic Geology 24:193-217.

    Electron probe (Ultrachron) microchronometry of metamorphic monazite: Unraveling the timing of polyphase thermotectonism in the easternmost Wyoming Craton (Black Hills, South Dakota). Dahl, P.S. et al., American Mineralogist, 90, pp 1712-1728 (2005)

    Analytical perils (and progress) in electron microprobe trace element analysis applied to geochronology: Background acquisition, interferences, and beam irradiation effects. M. J. Jercinovic and M. L. Williams, American Mineralogist (2004)

    Microprobe monazite geochronology: putting absolute time into microstructural analysis. M. L. Williams and M. J. Jercinovic, Journal of Structural Geology, 24, pp 1013-1028 (2002)
     
    Electron microprobe dating of monazite. J. M Montel, S. Foret, et al, Chemical Geology 131,  pp 37–53 (1996)

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    Quantification

    The tectono-metamorphic evolution of metasedimentary rocks of the Nampo group outcropped in the area of the Daecheon Beach and Maryangri, Seocheon-gun, Chungcheongnam-do. Yong-Sun Song, Jungyoun Choi, and Kye-Hun Park. Jour. Petrol. Soc. Korea Vol.17, N° 1, p 1-15 (2008) (article in Korean)

    Assessment of the primary structure of slabs and the influence on hot- and cold-rolled strip structure. Hubert Presslinger, Michael Mayr, Ernst Tragl, Christian Bernhard. Steel Research Int. 77 N02 (2006)

    Capability and uncertainty in multilayer quantitative procedure with Electron Probe Microanalysis. C. Merlet, Proceed. of Microscopy and Microanalysis, Edited by E. Voelkl, D. Piston, R. Gauvin, A. J. Lockley, G. W. Bailey, and S. Mckernan, Microscopy and Microanalysis, Vol 8, supp.2, Cambridge University press, pp 428–429 (2002)
     
    Study of surface modification of uranium and UFe2 by various surface analysis techniques. O. Bonino, O. Dugne, C. Merlet, E. Gat, Ph. Holliger, and M. Lahaye, Journal of Nuclear Materials 294, 3, pp 305 (2001)

    The dependence of the optical energies on InGaN composition. K. P. O'Donnell, et al, Materials Science and Engineering: B82, pp 194–196 (2001)

    EPMA sputter depth profiling: a new technique for quantitative in-depth analysis of layered structures. P. Karduck and A. von Richthofen, Proc. 29th annual MAS meeting, pp 205–206 (1995)

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    Light elements / Soft X-rays

    Low-voltage electron-probe microanalysis of Fe–Si compounds using soft X-rays. P. Gopon, J. Fournelle, P.E. Sobol and X. Llovet. Microsc Microanal 2013;19:1698–708. http://dx.doi.org/10.1017/S1431927613012695

    Electron probe microanalysis near phase boundaries of Cu-TiN system. C. Fournier, S. Lequeux, C. Fucili, F. Le Guyadec, and C. Merlet, Proceedings 3rd Regional Workshop EMAS, Barcelona, Spain, p 43 (1998)

    Electron-probe microanalysis of ultra-light elements in multiphase diffusion couples. W. Lengauer, J. Bauer, M. Bohn, H. Wiesenberger, and P. Ettmayer, Proc. 4th EMAS European workshop, p 374 (1995)

    Electron probe microanalysis of submicron coatings of ultralight elements. P. Willich and R. Bethke, Microbeam Analysis, 2, pp 45–52 (1993)

    EPMA studies of L-emission spectra and measurements on Mn La self-absorption coefficient as indicator of its chemical state in minerals. I. P. Laputina, V. A. Batyrev, V. V. Changulov, and I. B. Baranova, Proc. 4th EMAS European workshop, pp 370 (1995)

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    Biology / Life sciences

    Distinguishing geology from biology in the Ediacaran Doushantuo biota relaxes constraints on the timing of the origin of bilaterians. Cunningham JA, Thomas CW, Bengtson S, Kearns SL, Xiao S, Marone F, Stampanoni M, Donoghue PC. Proc Biol Sci. 2012 Jun 22;279(1737):2369-76 (2012)

    In situ identification and X-ray imaging of microorganisms distribution on the Tatahouine meteorite. Lemelle L, Salome M, Fialin M, Simionovici A , Gillet P. Spectrochimica Acta Part B-Atomic Spectroscopy, vol. 59, p. 1703-1710 (2004)

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    Nuclear sciences

    Heat capacity of Bi2UO6. K. Popa, O. Beneš, P. E. Raison, J-C. Griveau, P. Pöml, E. Colineau, R.J.M. Konings, J. Somers. Journal of Nuclear Materials, Vol. 465, p. 653-656, doi:10.1016/j.jnucmat.2015.06.055 (2015)

    ECRIX-H Irradiation: Post-Irradiation Examinations and Simulations. S. Béjaoui, J. Lamontagne, E. Esbelin, J.M. Bonnerot, E. Brunon, P. Bourdot, Y. Pontillon. Presentation at FP7 FAIRFUELS Workshop, Stockholm, Sweden, February 2011

    Chemical States of Fission Products and Actinides in Irradiated Oxide Fuels Analyzed by Thermodynamic Calculation and Post-Irradiation Examination. K. Kurosaki, K. Tanaka, M. Osaka, Y. Ohishi, H. Muta, M. Uno, S.Yamanaka. Progress in Nuclear Science and Technology, Vol. 2, p.5-8 (2011) 

    Microstructural evolution and Am migration behavior in Am-containing MOX fuels at the initial stage of irradiation.
    K. Tanaka, S. Miwa, I. Sato, M. Osaka, T. Hirosawa, H. Obayashi, S. Koyama, H. Yoshimochi, K. Tanaka. Presentation at the 10th OECD Nuclear Energy Agency Information Exchange Meeting on Actinide and Fission Product Partitioning and Transmutation, Mito, Japan, October 2008

    On the Oxidation State of UO2 Nuclear Fuel at a Burn-Up of Around 100 MWd/kgHM.
    C.T. Walker, V.V. Rondinella, D. Papaioannou, S. Van Winckel, W. Goll, R. Manzel. Journal of Nuclear Materials, Vol. 345, p. 192–205 (2005)

    Analysis of High Radioactive Materials in Irradiated DUPIC SIMFUEL Using EPMA. Jung, Yang Hong; Yoo, Bang Ok; Joo Yong Sun; Kim, Hee Mun; Jung In Ha; Kim, Myung Han. Journal of the Korean Radioactive Waste Society, Vol. 2(2), p. 125-133 (2004)

    Multiple voltage electron probe microanalysis of fission gas bubbles in irradiated nuclear fuel. M. Verwerft. Journal of Nuclear Materials, Vol. 282, p. 97-111, doi:10.1016/S0022-3115(00)00421-9 (2000)

  • Alguns dos usuários de nossa EPMA +

    Seleção de usuários de CAMECA SX

    University of Massachusetts, Department of Geosciences, EUA
    A UMass abriga o projeto "Ultra-Chron", uma colaboração entre a CAMECA e a Universidade de Massachusetts para o desenvolvimento de uma microssonda otimizada para análises de elementos traços e geocronologia. A unidade de microssondas da UMass tem como foco principal a datação por monazita, mas também realiza trabalhos analíticos em todos os tipos de materiais de alta tecnologia: cerâmica, microeletrônica de semicondutores, fibra ótica, etc.

    UFRGS, Porto Alegre, Brasil
    O Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul recebeu um dos primeiros equipamentos de microssonda eletrônica SXFive da América do Sul, em 2014. Instalado no Departamento de Geociências, o instrumento também é usado para um amplo espectro de tópicos de pesquisa em ciências de materiais, física e química.

    Technical University of Clausthal, Alemanha
    O departamento EPMA da TU Clausthal está equipado com um equipamento de microssonda eletrônica SXFive, instalado em 2015, e um SX 100, instalado em 1996 para substituir um JEOL JXA-3 antigo.

    Ruhr University Buchum, Alemanha
    Instalado em 2014, o SXFiveFE complementa o SX 50 no laboratório de microssonda eletrônica da Ruhr-University Bochum, uma instalação analítica central do Departamento de Geologia, Mineralogia e Geofísica.

    Syracuse University, NY, EUA
    O laboratório de microssonda eletrônica da Universidade de Syracuse, localizado no Departamento de Ciências da Terra, atua como uma unidade de usuários, incentivando colaborações entre estudantes e cientistas de várias disciplinas em instituições e indústrias da região central de Nova York, nacional e internacionalmente. Ele está equipado com um SXFive.

    CAMCOR, University of Oregon, EUA
    O CAMCOR é um centro de caracterização da Universidade do Oregon aberto a clientes externos, que fornece infraestrutura para pesquisas em química, geologia, arqueologia, nanociência, ciências dos materiais, biociências e óptica. Ele é equipado com 2 microssondas CAMECA, um SX 50 e um SX 100.

    University of Arizona, EUA
    O Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona recebeu o primeiro CAMECA EPMA (modelo SX 50) em 1990. Um SX 100 foi instalado no final de fevereiro de 2010, o mais antigo instrumento desse tipo ainda em operação.

    Microanalysis Laboratory at Université de Laval, Quebec, Canadá
    O Laboratório de Microanálises possui um CAMECA SX 100 para microanálises de materiais geológicos e inorgânicos. O laboratório está disponível a pesquisadores da Laval e de outras universidades, e atua como uma unidade regional para pesquisa industrial.

    The Natural History Museum, Londres, Reino Unido
    O Museu de História Natural é líder internacional em estudos científicos do mundo natural. Seu Departamento de Mineralogia opera 2 microssondas eletrônicas da CAMECA, sob a liderança de John Spratt. Projetos recentes têm abrangido uma ampla gama de caracterizações minerais, incluindo uma nova mavllanovita mineral e uma thortveitita de membro final com alto teor de escândio e qualidade de pedra preciosa.

    R. Castaing Microcharacterization Center, Toulouse, França
    A Universidade de Toulouse III é usuária de longa data do CAMECA EPMA, tendo o primeiro MS46 instalado em 1973. Duas microssondas foram adquiridas simultaneamente em 2014 para o recém criado Centro de Microcaracterização Raimond Castaing, parte do Instituto Clément Ader.

    The American Museum of Natural History, Nova York, EUA
    A unidade de microssonda eletrônica do AMNH é compartilhada entre o museu e o Observatório da Terra Lamont-Doherty da Universidade de Columbia. Os cientistas da Universidade de Columbia, localizada a 29 quilômetros de Nova York, podem operar a microssonda SX 100 remotamente por meio de um serviço de internet dedicado.

    School of Earth, Atmospheric and Environmental Sciences, The University of Manchester, Reino Unido
    A Unidade de Microssonda Eletrônica de Manchester oferece um serviço de primeira linha de microanálises de feixe de elétrons para pesquisadores financiados pelo NERC, bem como para outros profissionais do Reino Unido que realizam pesquisas científicas no NERC. As pessoas usando atualmente a instalação incluem: Petrologistas ígneos e metamórficos, sedimentologistas, cosmoquímicos, geocientistas ambientais, cientistas do solo e arqueólogos de base científica.

    UC Davis - Earth and Planetary Sciences Department, EUA
    O Laboratório de Microssonda Eletrônica no Edifício Terra e Ciência está equipado com um CAMECA SX 100.

    New Mexico Bureau of Geology & Mineral Resources, EUA
    O 'Bureau' é uma divisão de pesquisa e serviços do Instituto de Mineração e Tecnologia do Novo México (NM Tech). O SX 100 da NM tech é usado em uma ampla gama de projetos de pesquisa, principalmente nas áreas de geologia e ciências de materiais (geocronologia monazítica, caracterização de metais de minério e materiais de despejos de minas)

    Oregon State University, EUA
    O SX 100 instalado nas unidades de Geologia Marinha e Geofísica da Faculdade de Ciências Oceânicas e Atmosféricas também oferece recursos operacionais remotos para a Universidade Estadual de Portland.

    Wits University, África do Sul
    A Unidade de Microscopia e Microanálise da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo, África do Sul, está equipada com um EPMA de Emissão de Campo. O laboratório do SXFiveFE foi inaugurado em agosto de 2014.

    University of Johannesburg, África do Sul
    A Unidade de Análises Central da Faculdade de Ciências da Universidade de Joanesburgo (Spectrum) tem como objetivo tornar-se um líder africano no campo analítico. O SX 100 da Spectrum é usado em uma ampla gama de aplicações mineralógicas e metalúrgicas.

     

    Links a sociedades de microanálises

    Microbeam Analysis Society
    Formado em 1968, a MAS é uma organização de profissionais que trabalham ou têm interesse ativo em instrumentação de microfeixes. A Sociedade de Análises de Microfeixes oferece um fórum para membros de áreas industriais e acadêmicas, envolvidos em pesquisa, desenvolvimento, análise e fabricação de instrumentos, trocarem ideias e experiências práticas. Ela é patrocinadora da Conferência de Microscopia e Microanálise anual e realiza seminários com foco em tópicos microanalíticos

    European Microbeam Analysis Society
    A EMAS foi fundada em 1987 como uma sociedade científica focada na metodologia de análise de microfeixes. Seus principais objetivos são educação, comunicação e inovação.

    Groupement National de Microscopie Electronique à Balayage et de MicroAnalyses (GN-MEBA)
    Grupo Francês de Microscopia Eletrônica de Varredura e Microanálise, anteriormente grupo 8 da ANRT (Associação Nacional da Pesquisas Técnicas).


  • Programas +

    • Peaksight software
      PeakSight

      Desenvolvido especificamente para os Micronanalisadores de Sonda Eletrônica da CAMECA, o PeakSight suporta a aquisição e análise de dados de imagem, espectrais e quantitativos com ferramentas e recursos exclusivos.

      Continuar lendo

  • Kits de upgrade +

    Detecção

    Adicionais espectrômetros dispersivos de comprimento de onda (para instrumentos equipados com 3 ou 4 espectrômetros verticais) ou cristais WDS adicionais (para espectrômetros existentes)
    Aumente o alcance analítico do seu instrumento com espectrômetros adicionais, contendo com 2 ou 4 cristais Melhore os limites de detecção usando um espectrômetro com dois grandes cristais.  Ou adicione diferentes cristais para conseguir maior alcance analítico ou otimização da detecção de elemento.

    Espectrômetro de dispersão de energia (para instrumentos equipados com zoom óptico motorizado)
    Detecta todos os elementos de B a U em paralelo. Até 8 canais EDS com « abertura variável in situ podem ser usados,além do WDS no modo de mapeamento de raios-X. Use ambas as calibrações EDS e WDS para análise quantitativa.

    TACTIS EDS Hypermap (disponível somente para SXFive ou SXFiveFE)
    Obtenha o espectro completo de EDS para cada pixel e extraia os resultados quantitativos simultaneamente.
    Disponível somente para SXFive e SXFiveFE.

    Detector BSE de baixo kV
    (disponível somente para SXFive ou SXFiveFE)
    Obtenha uma qualidade de imagem superior e identifique a área de interesse com mais precisão com o detector BSE de baixo kV (resolução espacial de 15 nm ou mais a 5 kV).

    Detector de catodoluminescência(para todos os instrumentos)
    Revele defeitos e impurezas nos materiais.


    Acessórios

    Sistema de anticontaminação (para todos os instrumentos)
    Reduz a contaminação de carbono da amostra por um fator de 8.

    Sistema compatível com câmara de vácuo para transporte de amostra sob vácuo
    Para amostras sensíveis ao ar ou amostras radioativas

    Registrador de ponto externo


    Software

    Upgrade do software Peak Sight Windows™ para o CAMECA SX 100 
    Para instrumentos SX 100 e SXFive equipados com estações de trabalho de PC, é possível obter atualizações do Peak Sight. Verifique nesse link as mais recentes versões do Peak Sight disponíveis.

    Para um SX 100 equipado com uma estação de trabalho SUN, o kit de upgrade inclui um computador PC, o software Peak Sight para controle de instrumentos e avaliação de dados, treinamentos e manuais. Este kit não é compatível com o sistema EDS baseado no SUN. 

    Tela de toque TACTIS (disponível somente para SXFive ou SXFiveFE)
    Beneficie-se de uma interface dupla: “Beginner” com ferramenta touch-screen e acesso a opções simplificadas / “Expert” para usuários experientes. Ideal para aproveitar ao máximo uma única ferramenta em instalações para vários usuários.

    Módulos do software estão disponíveis para geologia, ciências de materiais e metalurgia. Entre eles:
    • STRATAGem-SX: Processe dados facilmente para análise de filmes finos.
    •Software de pesquisa de partículas: Meça automaticamente cada partícula da sua amostra exportando as coordenadas.
    •Software de Geocronologia: Determine uma idade geologicamente significativa medindo U, Th e Pb e usando a fórmula de Montel.

    SX Results/PC-Unix: Peak Sight WindowsTM - software de processamento para dados de SX50/100 adquiridos com o software Unix SXRay100/SXN50
    Esse software baseado em PC é a parte do processamento incluída na automação do Windows™ Peak Sight SX 100, além de um módulo de importação e conversão para aceitar dados adquiridos com programas de software SX100/50 CAMECA baseados em UNIX. Dados emitidos por qualquer tipo de aplicação (espectro, imagens, perfilamento, etc.) aparecem em uma única janela. O programa pode funcionar como uma interface multi-documento, permitindo que vários dados sejam exibidos simultaneamente. Ele permite o uso dos recursos de copiar e colar com o Microsoft Office™, além de acesso interno a modelos do Word™ e do Excel™ para a fácil geração automatizada de relatórios de análise. 

    Os seguintes módulos estão incluídos: WDS Spectra, Images and Line Profile, Quantitative Data, Phase ID, Phase Class, Profile Off Line, Overlay.
    Módulos opcionais estão disponíveis para aplicações específicas:

    • opção 1: Mapping Quant, Mlayer (programa de quantificação de multicamadas)
    • opção 2: Geo Quant (análise quantitativa geológica), Geocronologia: Age Dating (incluir Mapping Quant) e Age Map (Age Quant)

    Não hesite em contatar seu representante local ou o departamento de vendas da CAMECA para obter mais informações.