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Geocronologia em monazita (EPMA)

Trace element zonation in Monazite
Presente em uma ampla variedade de tipos de rochas, a monazita é um geocronômetro robusto capaz de registrar múltiplos eventos de cristalização.

EPMA é uma técnica precisa, não destrutiva, de datação de alta resolução

A datação in loco de monazita pela medição de Y, U, Th e Pb permite a vinculação de dados de microestrutura e geocronologia, fornecendo assim um novo tipo de informação para os geólogos.

A microanálise de sonda eletrônica supera os métodos-padrão de espectrometria de massa, oferecendo alta resolução espacial: com tamanho do ponto inferior a 1 µm, a resolução lateral é 10 a 100 vezes melhor do que com os métodos isotópicos. A alta resolução espectral e a reprodutibilidade do WDS CAMECA proporcionam precisão incomparável às medições de elementos-traço, o que torna as microssondas eletrônicas SXFive e SXFiveFE as ferramentas mais adequadas para a datação por monazita em escalas submicrométricas.

Mostrado acima: Monazita da Península de Boothia, Nunavut, Ártico Canadense. Os mapeamentos quantificados de raios X de alta resolução revelam a variação espacial de elementos importantes geoquimicamente para orientar outras análises quantitativas. Várias gerações de crescimento de monazita estão representadas, a de maior interesse é a borda Y alta e preenchimento de fratura por monazita (aprox. ~1800 Ma) que penetrou monazita muito mais antiga (aprox. ~2400 Ma). Amostra gentilmente cedida por Dr. M.J. Jercinovic e Dr. R.G Berman, University of Massachusets, Amherst, MA, USA and Geological Survey of Canada, Ottawa, Canada

Saiba mais baixando a Nota explicativa de geocronologia e EPMA .